Os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, mostram que o setor de transporte vem contribuindo consistentemente para a geração de empregos no país. Em setembro, foram criadas 5,3 mil vagas com carteira assinada — melhor resultado para o mês em 5 anos. O número é líquido, ou seja, obtido após o desconto das vagas fechadas no mesmo período.
O transporte rodoviário de cargas respondeu pela maior parte das oportunidades — foram 6,4 mil novas vagas, melhor desempenho desde 2010. No acumulado de janeiro a setembro, o segmento registrou 36,8 mil postos de trabalhos, evidenciando um momento de retomada no mercado de trabalho formal após 3 anos de encolhimento.
No saldo líquido dos primeiros nove meses do ano, o destaque negativo são os modais aquaviário e aéreo, além das atividades de entrega, que tiveram vagas destruídas. Em compensação, o segmento de armazenagem e atividades auxiliares dos transportes contribuiu com 7 mil novas vagas.
No primeiro semestre deste ano, o setor de transporte, armazenagem e correio gerou 24,7 mil postos de trabalho com carteira assinada. O transporte terrestre respondeu pela maior parte das contratações: 23,7 mil, número sete vezes maior do que no mesmo período do ano passado, quando foram criados 3,2 mil empregos. A maior parcela (94,9%) das novas vagas foi aberta em empresas de transporte rodoviário.
Ainda segundo dados analisados no boletim da Confederação, o PIB (Produto Interno Bruto) do setor de transporte, armazenagem e correio teve alta de 1,9% no primeiro semestre do ano, em comparação com o mesmo período de 2017. O crescimento, entretanto, poderia ter sido maior, se não fossem os efeitos negativos causados pela greve dos caminhoneiros, ocorrida em maio deste ano.
Conforme a CNT, a paralisação não afetou somente o transporte rodoviário mas também gerou repercussões em outros modais. Ao analisar a demanda por serviços de transporte, auxiliares do transporte e correios, o boletim aponta que o semestre fechou com alta de 0,7% de acordo com a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), do IBGE. Porém, em maio – mês da greve –, houve queda de 7,8%.
Além disso, o ritmo de recuperação da economia brasileira também poderia ter sido mais intenso sem os impactos da greve. O PIB do país expandiu 1,1% entre janeiro e junho.
FONTE: CNT
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